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Source: TEDx Talks

Quem educa ensina o outro a pensar | Marc Tawil | TEDxObjetivoSorocaba

Jun 28, 2023 · 19m 6s

https://www.youtube.com/watch?v=1d8Ht6PfCqs

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Que prazer, t aqui pra falar de um tema to necessrio e, no momento, to necessrio da histria do nosso pas e porque no dizer da histria do mundo. Eu comeo falando justamente sobre ele, sobre o tempo. interessante. Existem anos que valem por dcadas. Alguns outros anos valem por sculos. Ou porque no dizer milnios. anos que entram pra histria, histria com a Gama esculo. 1973 ano que

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eu nasci, no faz parte desse grupo, mas teve l os seus momentos. Em Trags, as torregmeas do World Trade Center em Nova Iorque, que, infelizmente, chegaram o seu final em 2001 com os ataques de 11 de setembro. No 11 de setembro tambm, s que de 73, no Chile, aqui pertinho, houve um golpe de estado. Augusto Pinochet, auditador, tirou Salvador alimende do poder com um golpe que

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voc enxerga aqui, d pra ver os soldados. E esse ataque durou algumas horas terminou com a morte de Salvador alimende e pior, com Pinochet no poder durante quase 25 anos. Em 1973, partia um gnio, Pablo Ruiz Picasso, Espanhol, escutor, escritor, poeta, dramaturgo, que falta, que faz o nosso Pablo Picasso. Em 1973, uma banda tomaria de assalto o mundo, de Inys Aermons, Post-Hunley, criava o kiss em

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Nova Iorque, uma banda icnica e que dura at hoje. Me idade 47 anos de carreira, muita coisa. E aqui no Brasil, a parada musical, em 1973, a gente tinha benito de Paula, muito diferente hoje, pra as novas geraes, uma espcie de David Grohl, vintage, Maria Betnia, em 1973, liderava as paradas de sucesso. A gente tinha tambm nem matogrosso e dos secos imolhados, o neioje, oitento, timmaya

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e rauzito, raucechas que no esto, mas aqui que Deus us tenha em muito bom lugar. Em 1973, tambm marcou os anos de chumbo aqui no Brasil, a ditadura militar. O nosso presidente, o vigsimo Itavo, presidente da histria do Brasil, era um militar, o terceiro do regime, Emilio Garrastazou, Mdice, nome complicado, por uma pessoa bastante complicada. E ainda sim, ele pregava um espcie de milagre econmico, grandes

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obras, falava assim, Itaipu, construo da ponte Rio Niteri, a gente falava em obras enormes, gigantescas acontecendo pelo Brasil, a transamaznica, mas no final de 1973, uma crise no petrleo derrubou o milagre brasileiro. Foi um transtorno econmico, muito mais do que o milagre, o Brasil pegou uma inflao de 15, 20%. Esse era o contexto de 1973, que na televiso estreava programas icnicos e que duram at hoje.

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Globo reporter, fantstico, o show da vida, todos os domingos, e, alm disso, o esporte esporte espetacular. 77 foi o ano que eu entrei na escola, ali eu conhecia a educao considerada formal. E eu fui justamente para um colegio francobrasileiro, minha ascendncia francesa, ento por isso eu fui estudar franceses e portugus. No ano 70 eu me lembro pouco, eu no vou mentir, eu comecei a me dar

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conta da escola, mas pelos anos 80. Claro que eu me lembro dos professores, me lembro dos colegas, me lembro de algumas vivncias, que eu no entendi muito bem, porque serve, mas ele estava aqui, quilomtrica, a caneta simptica, por um preo milimtrico, fazer a furor nas escolas. E essa lanchera, que quando a gente chegava, j tinha derrubado meio litro, molhando sanduris, esto rindo, mas verdade, molhando sandurisse,

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que a gente levava no papel aluminium. Os anos 80 tentam, foram muito fartos, porque tambm nos deram a primeira impressora da histria do Brasil, o Mimegrafo. Quem viveu viu o Mimegrafo, na verdade, era essa espelunca aqui, em que a gente colocava lcool e papel carbono e ficava girando a manivela. Para que de laa, isso enfolhas, arroteadas, que a gente deixava na mesa do aluno. Os alunos

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saiam bebados, mas o Mimegrafo fazia muito sucesso. Ainda isso, l no Liseu Francisco, eu comecei a aprender latim, que uma lngua considerada morta, embora seja falada at hoje no Vaticano. E tambm catecismo. Catecismo, prjudeu praticante, como eu, era um pouco estranho. Ento, eu chegava arresando Ave Maria e pai nosso, e minha me no entendiu por que? Mesmo assim, eu respeitava, e at hoje eu lembro de

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resar. Olha s, 1987, no final da dcada, 1980, foi o ano que eu decidi abraar a mdia e a identidade judaica. Foi estudar no renaena, esse prdio amarelo aqui, de gosto dovidoso, e que foi demolido para dar lugar a duas torres de moradia no bairro de genpolis em So Paulo. Eu gostava tanto da escola, e eles gostavam tanto de mim, que eles me convidaram a conhecer

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a outra escola. Eu fui expulso do renaencio 89. Na poca, tinha algo que no tem mais hoje, chamado Lder de Baguna. Foi o primeiro cargo, como educador. E a, eu fui para o renaena do Bom Retiro, que um bairro tambm em So Paulo. Hoje em dia, no existe mais nenhum, nem outro. O do Bom Retiro foi estinto, e o renaencio de genpolis est na barra funda.

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No Bom Retiro, eu conheci um professor chamado Simo Maghidma, um gnio, um doce. E no primeiro dia, ele me disse assim. Eu gostei de voc, mas se voc, eu vou te dar um cara a cotiar por aqui, eu vou te prejudicar. Me prejudicar, ele no prejudicou, mas eu acabei sendo expulso do renaencio h dois anos depois, e fui estudar no colgio Oswaldo Cruz, que era um

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colgio que ficava ali na regio da Santa Ceclia, existe at hoje, e um colgio tcnico em publicidade. Eu adorava Oswaldo Cruz, e Oswaldo Cruz tambm gostava muito de mim. S que a liderana da baguna insistia. E a, no final de 93, o ano que eu praticamente tinha, eu entrei, eu tambm fui convidado a conhecer outros colgios, mas a j era tarde. A gente conversou, todos foram

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muitos gentis, eu acabei ficando at o final. Em 94, j com 20 anos de idade, eu digo j, porque a educao acaba sendo muito cruel com quem novo. Ela vai te empurrando para voc se formar, para voc estudar, para voc decidir tua vida com 16, 17, 18 anos. E para mim, isso era muito novo, e era muito difcil. Como que eu ia decidir? Eu tinha vida

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com 18, 19 anos, e com uma mentalidade de 13, 15 na poca. Em 94, em Israel, eu tomei uma deciso. Ento, eu comi a me numa praia, olhando para aquele mar maravilhoso mediterrnio, e eu falei, puxa, voc sabe que eu tenho muita vontade de comunicar como a gua. Eu gostaria muito de ter uma comunicao mais fluida, uma comunicao mais leve, ou uma comunicao que seja lquida.

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Com as pessoas. Claro que eu no falei com essas palavras, eu no tinha a menor eloquncia, mas acho que o recado, ele ficava claro para mim, pelo menos. E foi a que eu decidi fazer faculdade de comunicao social. Comunicao social era um nome que se dava para uma sexta, que incluia jornalismo, que incluia um pouco de RP, um pouco de ATV, e a eu estou falando,

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gente, de 26 anos atrs. Era quase uma gerao e meia. Era um outro mundo, era um mundo que se iniciava com algo chamado internet. A internet da poca, quem j passou aqui dos 30, lembrau dos 35, era descada, fazer um barulho horroroso, as pginas demoravam para carregar. E elas tinham mais ou menos essa cara aqui, um pouco de preto e branco, um ou, coitado. Era assim,

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, era realmente um universo online, onde as pequenas coisas orbitavam, classificado, compra, computador, era tudo muito incipiente, mas era tudo muito novo. Essa questo da gente ter um computador na Palma da Mo, internet, no existe isso. Quando a gente fala nos anos 90, especialmente, inmeados dos anos 90. A internet, bom que se diga, era um projeto militar americano, do final dos anos 70, salvo em gano.

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Mas s comeou assim, institucionalizar ali mesmo, inmeados dos anos 90. E o Brasil, apesar de abraar muito, todas as pautas digitais, comeou a navegar de maneira incipiente no tema tambm. Ento, o aracaro era difcil e a gente no tinha computadores para ficar circulando, circulando, por a. Mas a gente tinha comunicao, uma comunicao diferente do que a gente tem hoje, a gente era muito pautado pela televiso,

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a gente era muito pautado pelo jornal, pela revista, pelo rdio e pouco pela internet. Os apresentadores da poca eram mais ou menos esses daqui. A gente falava de Google, de Fausto, de Jossuares, Ra Gil, Ebe, os dois que esto l em cima j no estavam, chacrinha e o Flvio Cavalcante. E um dos grandes humoristas, como a gente v aqui, Chiquoncio, alm do rei dos reis da

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comunicao, o grande Silvio Santos. O mundo era outro. Em 1998, a gente inaugurou na faculdade uma sala de computao. Ou seja, para a gente usar o computador, para a gente usar internet, para a gente poder fazer trabalho em que a maioria dos alunos, eu estou falando em uma faculdade particular, privilegiada, no tinha computador em casa, a maioria no tinha. A gente tinha que ir para uma

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sala, sentar, pegar essas caixas aqui, digitar muitas vezes em preto e branco, para poder ver uma impressora matricial tratz. E a gente poder fazer os trabalhos juntos. Era timo. E a eu vou te dizer que eu mergulei de cabea no jornalismo. Comecei a trabalhar cedo e em missoras de rdio, depois em jornal. Ento passei a dcada de 2000, trabalhando mais estudando menos. Eu s voltei a

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estudar em 2011, fui fazer um MBA e foi incrvel, espetacular. 2011, incio da dcada de 10, marca tambm a cristalizao de diversas tendncias em educao. O que a gente conhece hoje, como a educao moderna, inclusive, o que a gente conhece hoje como espao flexvel para estudar, j no to novo assim. Olha que interessante. Um ensino distncia, explodiu mesmo l por 2017, 2018. Quando a gente fala

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em educao em tempo real de qualquer lugar, algo relativamente novo. Mas no dos anos 2020, nem dos anos 2000. Mas muito mais dos anos 2010. A gente tem tambm o espao aberto, a troca de experincia em universidades americanas, brasileiras. Ser que a sala de aula precisa ser um cachote sempre, ou a gente pode comear a ter mais espaos? A gente precisa mesmo estudar tudo na sala

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e depois ir para casa refletir, ou a sala invertida j comea a funcionar. Te dou o trabalho, se eu estude em casa e a gente debate em sala de aula. A gente tem tambm o lifelong education, ou seja, tem um lifelong learning, um aprendizado de uma vida toda, mas a educao para pessoas mais velhas, ou vintage, ou seminovas, que o meu caso, num para de estudar

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nunca, conhecimento para o resto da vida. E o que dizem, ento, dos dados, que mais cincia e menos achismo, a utilizao dos dados nos estudos, a utilizao dos dados, dos devaises da tecnologia, para a gente aprender mais, aprender outras coisas, abrir a horizonte para fora do pas. Professores, facilitadores. Eles deixam de ser um educador tradicional para ser um ajudante, vou dizer assim, uma pessoa que est

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ali do teu lado. O que dizem que um de cima para baixo, s ele sabe, porque no voc sabe mais do que ele, onde entra a troca. A gente tem as homens, faculdades, escolas, muito mais inteligentes, muito mais agregadoras que trabalham a questo dos recursos ampliados e oferecem novas experincias. As experincias alis so outras coisas incrveis que a gente viu se remodelarem nos anos 2010. Ser

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que eu preciso estudar aquilo que tem na praa? Ser que mesmo o curso customizado serve para mim, ou posso criar tudo do meu jeito? Eu me lembro que tem uma marca de bicicletas japonesa, que ela criou 11.258 combinaes para as pessoas que querem comprar dela, ou seja, uma super customizao, um pouco, como a Coca-Cola fez com os nomes na lata de refrigerante. Cada um tem o

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seu nome. Eu quero uma super personalizao e a leveza na hora de estudar. A leveza na hora de eu poder estar presente junto com o professor, que um facilitador, de estar com os meus colegas. Eu no quero mais aquele negcio pesado, se zudo, fala que eu te escuto. Eu quero escutar, mas eu quero falar tambm. Eu quero ver um professor que tenha mais ou menos uma

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roupa parecida com a minha, eu quero pertencer, eu quero me identificar. S que Brasil, o mundo outro. A gente fala de uma... Tudo que eu trouxe aqui em termos de mudana de paradigma, tudo que eu trouxe aqui em termos de mudana de sociedade para pessoas muito privilegiadas, pessoas que tm internet em casa, mas a gente sabe que o Brasil um pas muito desigual. A gente sabe

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que o Brasil um pas ainda muito interessecido quando a gente fala de escola, especialmente para criana, para adulto tambm. A gente pode tambm lembrar que, em 2021, vem trazendo um resqucio de uma pandemia. Alis, a nossa primeira pandemia, que nos coloca mscaras desde a hora que a gente sai de casa at a hora que a gente vai dormir. Uma pandemia que nos tem, que transforma e

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tira da escola, mais de um bilho de crianas s durante um ano, sem contar nos prximos anos, o que vai acontecer. Uma pandemia que nos traz termos novos, como o novo normal, que voc pode chamar de novo normal, novo diferente, novo agora, melhor normal, mas tambm que ao mesmo tempo, faz com que a gente construa uma nova histria, com que a gente construa um novo caminho,

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que a gente atualize a nossa identidade, a gente fica mais perceptivo, mais exigente, cuidadoso, digital, coerente, a gente abraa uma nova sociedade. As cinco pontos eram, com sustentabilidade, qualidade de vida e incluso. E aqui, eu deixo uma reflexo final. Se a gente ter um mundo mais digital, se a gente ter um mundo to mudado de 40 anos para c, se a gente tem uns anos 2010

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que catapultaram junto aos dados, a cincia e tudo que a gente conhece em termos de mudana, a educao por um outro nvel. Como que a gente comunica para as crianas do amanh? O que a gente diz para essas crianas, o que a gente pretende semiar para que elas sejam adultos mais amorosos, adultos mais gentis, que a gente tem uma sociedade mais equnime? Eu vejo que o

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trabalho de resgate. Eu vejo que o trabalho de volta a essncia. Se voc quiser realmente educar para o mundo melhor, voc vai ter que se voltar para sentimentos puros, porque a digitalizao, porque toda esse contexto que a gente vive, mundo vulca, real skills, anywhere office, s o fio condutor, na verdade, ele um canal de pessoas servindo a pessoas. E voc s consegue tocar o outro quando

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voc cria uma verdadeira conexo atravs disso aqui, de humanidade, de justia, de empatia e de solidariedade. A educao passa por tudo isso, que ela exala nem passa, ela isso aqui e vai continuar sendo. Para mim, fica muito ntido que as crianas que so amadas e cuidadas hoje, so as crianas que vo ter fora e vo ter ateno com o prximo. E quando voc fala em educao,

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voc no precisa de uma forma de interesse, voc j pode educar, que como dizia o minero Ruben Alves educar, ensinar, pensar. Muito obrigado.

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